sexta-feira, 5 de março de 2010

Mata da Margaraça - Elevação a Património Natural

Na sequência da elevação da Mata da Margaraça a Património Natural, os nossos utentes foram convidados pelo ICNB ( Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade ), a realizar uma visita pedonal à Mata da Margaraça e suas instalações, com o objectivo primário da comemoração deste facto.

Às 9h30, hora da nossa partida, reunimo-nos à frente do Centro Ambiental da Santa Casa da Misericórdia, aguardando pelo transporte. Depois de todos reunidos e prontos para a partida, deu-se início à animada viagem. Chegados ao destino, fomos encaminhados para uma sala onde fomos recebidos com muito prazer e simpatia, da parte dos responsáveis pelo convite, com uns petiscos à mistura!

Depois do convívio, dirigimo-nos a outra sala para assistir à palestra que durou, aproximadamente, 30 minutos. A caminhada realizou-se após a palestra, com a ajuda de um guia responsável pelas instalações que, ao longo do percurso respondia aos interesses dos nossos utentes com breves informações acerca da variedade de plantas, vestígios e pormenores existentes pela Mata da Margaraça, satisfazendo as curiosidades dos nossos utentes que poderiam surgir durante o passeio!

Fique com a nossa galeria deste dia!!!


1ª PARTE

2ª PARTE

3ª PARTE


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Chegada ao destino


Um breve momento de convívio, na sala onde nos deram as boas-vindas


Os petiscos


D. Lucrécia e Director Nuno


A palestra


O Guia responsável e os nossos utentes


Os nossos utentes dirigem-se à Casa da Eira


D. Lucrécia


Casa da Eira


Antiguidades, dentro da Casa da Eira


Plantação ( Plantas medicinais )


A paisagem da Mata


D. Belmira, D. Maria, Sr. Augusto e Sr. Alberto


D. Belmira, Sr. Cipriano e D. Maria


Bem visível.. A manhã abriu-nos o apetite!
Drª Vânia e Sr. Fernando


Regresso ao Lar ( Sr. Armando, Sr. Cipriano, Sr. Alberto, D. Belmira, D. Maria, Ana, Sr. Augusto, Carina e D. Lucrécia )


Agradecimentos ao Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, por tornar possível esta visita e estimular a alegria dos nossos utentes. Obrigado!


Ass: Daniel Ferreira

Anedota da Semana

Uma senhora muito elegante e rica, fez uma festa de anos para a qual convidou os seus amigos. Comeram e beberam, até que um dos convidados comeu tanto que rebentou-lhe a fivela do cinto e, as suas calças cairam. O senhor estava muito atrapalhado com as calças no chão, quando um dos convidados disse: "Já é tempo de fazer uma homenagem à senhora! Todos de pé para fazermos um brinde". Embaraçado com o sucedido, este convidado disse: "A uma tão ilustre senhora, uma homenagem só de joelhos, só de joelhos!!!" As pessoas, puseram-se todas de joelhos, enquanto ele aproveitou a situação e levantou as suas calças.

Ass: Maria Daniel

Aulas de Informática (A.T.L.)

A partir de hoje, serão leccionadas aulas de informática às crianças do A.T.L.. Todas as semanas, serão escolhidos um ou dois grupos de 4 crianças, consoante a disponibilidade, que possuam interesse pelas novas tecnologias e, que tenham motivação suficiente para dar entrada aos conceitos básicos do Mundo da Informática!

Estas aulas, serão realizadas todas as Terças e Quintas-feiras e terão a duração de 45 min/aula. De semana em semana, será afixada uma lista com os nomes dos participantes destas aulas, com o respectivo horário.

Ass: Daniel Ferreira

quinta-feira, 4 de março de 2010

Nelson Ned - A Biografia

Nelson Ned
(Nelson Ned d’Ávila Pinto, cantor brasileiro)

Nasceu em 2 de Março de 1947 em Ubá, estado de Minas Gerais no Brasil

Nos anos 60, Nelson Ned começou a apresentar-se e a gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus espectáculos atraem multidões em estádios e teatros.

Como compositor, já teve músicas gravadas por Moacyr Franco, António Marcos, Agnaldo Timóteo e outros. Estreou-se na música interpretando “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda”, de Lamartine Babo, mas o sucesso veio com a música auto-referente “Tamanho Não É Documento”, parceria com Hamilton Gouveia Bastos.

Ainda em 1960, venceu o primeiro Festival da Canção argentino com “Tudo Passará”, que foi o pontapé inicial para uma carreira internacional de sucesso.

Internacionalmente, foi o primeiro artista da América Latina a vender um milhão de discos nos Estados Unidos com o sucesso "Happy Birthday My Darling" (Feliz aniversário meu amor) em 1974.


Videoclip
"Happy Birthday My Darling"
Clicar aqui para visualizar o clip de vídeo


“Será, Será”, “Se Eu Pudesse Conversar com Deus” e “Não Tenho Culpa de Ser Triste”, foram 3 dos seus grandes sucessos mas, o auge de sua popularidade veio na década de 1980, com “Caprichoso” (1984) e uma série de participações em programas de rádio e TV.

A partir de 1993, convertido à igreja evangélica, passou a trabalhar apenas com repertório religioso, mantendo, entretanto, seu público fiel.

Em 1996, foi lançado no Brasil o livro de Jefferson Magno Costa, “O pequeno gigante da canção”, e em 1998, na versão em espanhol, onde sua história de vida é relatada.

Ganhou Discos de Ouro no Brasil e já se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York. A partir de 1993 passou a cantar músicas evangélicas, após ter-se convertido. Lançou em 1996 a biografia "O Pequeno Gigante da Canção", uma referência à sua condição de anão.

O maior sucesso de sua carreira é a música "Tudo Passará", de 1969.

Videoclip
"Tudo passará"
Clicar aqui para visualizar o clip de vídeo

Artigo dedicado à D. Maria Daniel, que aprecia muito este cantor da sua época !


Ass: Daniel Ferreira

segunda-feira, 1 de março de 2010

As Nossas Actividades Artísticas - 3ª PARTE

De volta à actividade, desta vez com saias, camisolas e mais alguns acessórios...
O material que utilizaram foi: jornais, sacos de plástico preto, fios elásticos, palha, etc. Os nossos utentes, cortaram os sacos de plástico preto, de forma a criar as saias e os outros sacos para criarem camisolas, utilizaram os elásticos para apertar as saias com o material de palha e os jornais serviram para fazer cortes até ao cimo, de modo a ficarem desfiados!

D.Maria bem sorridente, Dr.Aida e Bruno


Sr. Luís, Deolinda Coelho, Maria Daniel e Aurélio


O Sr. Luís, a D. Vânia, a D.Maria, o Sr. Aurélio e a Animadora Ana


A Animadora Ana com a nossa Maria Daniel e Deolinda Coelho, preparam o material de palha com os elásticos


Animadora Ana e a nossa Maria Daniel, quase a finalizarem!


A D. Fernanda a fazer os cortes no jornal


O Sr. Luís e os seus recortes! ( Sr. Aurélio, D. Adélia )


As saias e camisolas, prontas para o desfile!!!


Todo este material, foi feito com o objectivo final de realizar um desfile, o qual tem como tema eleito:
"A Reciclagem"

Este defile, vai ter início na próxima
Segunda-feira - Dia 8 de Março - por volta das 15.30h, no nosso salão da Santa Casa! Mantenha-se atento...


Ass: Daniel Ferreira

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Curiosidades acerca de Miguel Torga

Miguel Torga
( 12 de Agosto de 1907 - 17 de Janeiro de 1995 )

Adolfo Rocha, foi médico no Hospital da Misericórdia. Oriundo de uma família humilde de Sabrosa, era filho de Francisco Correia Rocha e Maria da Conceição Barros.

Em 1917, aos dez anos, foi para uma casa apalaçada do Porto, habitada por parentes da família. Fardado de branco, servia de porteiro, moço de recados, regava o jardim, limpava o pó, polia os metais da escadaria nobre e atendia campainhas. Foi despedido um ano depois, devido à constante insubmissão.

Em 1918, foi mandado para o Seminário de Lamego, onde viveu um dos anos cruciais da sua vida. Estudou Português, Geografia e História, aprendeu latim e ganhou familiaridade com os textos sagrados. Pouco depois comunicou ao pai que não seria padre.

Emigrou para o Brasil em 1919, com quinze anos, para trabalhar na fazenda do tio, proprietário de uma exploração de café. O tio apercebe-se da sua inteligência e patrocina-lhe os estudos liceais, em Leopoldina. Distingue-se como um aluno dotado. Em 1925, na convicção de que ele havia de vir a ser doutor em Coimbra, o tio propôs-se pagar-lhe os estudos como recompensa dos cinco anos de serviço - o que levou ao seu regresso a Portugal.


Em 1928, entra para a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e publica o seu primeiro livro de poemas, "Ansiedade".

Em 1929, com vinte e dois anos, deu início à colaboração na revista "Presença", folha de arte e crítica, com o poema "Altitudes". Em 1930, rompe definitivamente com a revista Presença, por «razões de discordância estética e razões de liberdade humana».

Em 1933, concluiu a licenciatura em Medicina com apoio do tio do Brasil. Começou a exercer a profissão nas terras agrestes transmontanas de resto, o pano de fundo de grande parte da sua obra. A partir de 1939, exerceu a sua profissão de médico em Coimbra, onde escreveu a maioria dos seus livros.

Origem do pseudónimo:
Em 1934, aos 27 anos, Adolfo Correia Rocha autodefiniu-se pelo pseudónimo que criou, "Miguel" e "Torga". Miguel, em homenagem a dois grandes vultos da cultura ibérica: Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno. Já Torga é uma planta brava da montanha, que deita raízes fortes sob a aridez da rocha, de flor branca, arroxeada ou cor de vinho, com um caule incrivelmente rectilíneo.

A sua campa rasa em São Martinho de Anta tem uma torga plantada a seu lado, em honra ao poeta.

Ass: Daniel Ferreira

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

As Nossas Actividades Artísticas - 2ª PARTE

Como prometido, aqui está a 2ª parte da actividade que tomou início ontem! Nesta manhã, os nossos utentes deram continuação ao fabrico dos acessórios mas, desta vez, o objectivo era criar gravatas e laços. O material para hoje foi: papelão, algumas revistas, tubos de cola, rolos de lã e canetas de filtro. Com este material, os utentes fizeram recortes de imagens, colagens, pequenos contornos com os rolos de lã, cortes no papelão em forma de laço ou gravata e aplicaram brilhantes para acrescentar um pouco de brilho ao seu trabalho, enfim. Cada um participou e ilustrou os seus acessórios da maneira mais original possível a cada um deles, o resultado é visível nas fotografias!!


Aurélio, a Animadora Ana, o Sr. Luís, a D. Fernanda o Sr. Saúl


Deolinda Coelho, a Animadora Ana e o Sr. Aurélio


O Sr. Luís Reis


Um exemplo do material que está a ser feito ( laços e gravatas )


As Animadoras, o Sr. Luís, Sr. Saúl ( atrás ) a D. Fernanda, João Candeias e Maria Daniel


Maria Daniel, Deolinda Coelho e a Animadora Ana


O material


O Sr. Artur e o João Candeias com as suas invenções divertidas!


O resultado do empenho dos nossos artistas!


Segunda-feira há mais...Aguarde


Ass: Daniel Ferreira

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

As Nossas Actividades Artísticas - 1ª PARTE

Hoje, as nossas Animadoras propuseram a ideia de realizar uma breve actividade artística, na parte da manhã ( que terá continuação no dia de amanhã ), onde os nossos utentes deveriam criar colares, pulseiras e alguns acessórios do género. O material à disposição para tal era o seguinte: pacotes de massa, tintas, pincéis e fios. Utilizaram este material para pintar a massa de várias cores e alinhar cada pedaço de massa nos fios pretendidos para cada acessório.



Uma curta filmagem dos nossos utentes a fabricarem o material!!


As nossas Animadoras, Belmira Neves, Adélia, Aurélio, Manel Loureiro e Albertina
( da esquerda para a direita )


Sr.Augusto, Sr.Manuel (da bóina, ao lado direito do Sr.Luís), Sr.Tolentino e o Sr.Luís Reis


Belmira Neves, Arminda e Deolinda Coelho


Manuel, Luís Reis e o Sr.Saúl


Maria Daniel e Deolinda Coelho com as suas comédias habituais, muito alegres!


Manel e Albertina


Manuel, Albertina, Arminda e Belmira concentrados no seu entretenimento!

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Ass: Daniel Ferreira

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.