No S. João as fogueiras
Eu saltei ela saltou
Só paramos de saltar
Quando o fogo acabou
De beijos matei a sede
Na fonte bebi contigo
Agora mata-me a fome
Sabes de quê; eu não digo
Levaste-me a ver o fogo
Na noite de s. joão
Quis brincar com o foguete
Caiu-me a pólvora
S. João muito obrigado
Pelas tuas orvalhadas
O manjerico molhado
Dá mais gosto às marteladas
Transcrito por: Delmira André
Mostrar mensagens com a etiqueta Para rir e apreciar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Para rir e apreciar. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Canção das Marchas
Marcha da Santa Casa da Misericórdia
Arganil acorda com nevoeiro,
A manhã fresca traz o sol sempr'a brilhar,
Ilumina a vila toda por inteiro,
Faz poesia como a lua faz luar,
O verde das florestas é moldura,
De Arganil, das suas gentes e turistas,
E no alto da colina bem branquinha,
A capela do Mont'Alto é rainha!
Tem prazer no bem estar deste povo,
Santa Casa...da Misericórdia
Todo o dia ajudar quem precisa,
Santa Casa...da Misericórdia
A Mata que inspira gente boa
O turista que teima em olhar
Olhem bem porque ela é tão pura
Arganil tem serra, rio e bom ar.
O Bosque cheira a rosmaninho
E a vila cheira sempre a multidão
Cheira a chuva se está frio
Cheira a verdura quando chega o Verão.
Suas gentes têm o cheiro d'amizade
O ATL tem encanto e ternura
Se não fosse o Bosque tão vegetado
Perdia toda a sua formosura.
(Refrão)
A Mata que inspira gente boa
O turista que teima em olhar
Olhem bem porque ela é tão pura
Arganil tem serra, rio e bom ar.
Arganil acorda com nevoeiro,
A manhã fresca traz o sol sempr'a brilhar,
Ilumina a vila toda por inteiro,
Faz poesia como a lua faz luar,
O verde das florestas é moldura,
De Arganil, das suas gentes e turistas,
E no alto da colina bem branquinha,
A capela do Mont'Alto é rainha!
Tem prazer no bem estar deste povo,
Santa Casa...da Misericórdia
Todo o dia ajudar quem precisa,
Santa Casa...da Misericórdia
A Mata que inspira gente boa
O turista que teima em olhar
Olhem bem porque ela é tão pura
Arganil tem serra, rio e bom ar.
O Bosque cheira a rosmaninho
E a vila cheira sempre a multidão
Cheira a chuva se está frio
Cheira a verdura quando chega o Verão.
Suas gentes têm o cheiro d'amizade
O ATL tem encanto e ternura
Se não fosse o Bosque tão vegetado
Perdia toda a sua formosura.
(Refrão)
A Mata que inspira gente boa
O turista que teima em olhar
Olhem bem porque ela é tão pura
Arganil tem serra, rio e bom ar.
Etiquetas:
Para rir e apreciar
terça-feira, 25 de maio de 2010
LIBERDADE DE VIVER
Sinto uma tristeza
Sem fim
Dentro de mim
O meu coração
Bate como um relógio
Sinto um calafrio
Dentro do meu ser
Esta dor é tão forte
Que quase me derruba
A minha mente
Desapareceu no infinito
Não sei explicar
Este vazio dentro
Do meu corpo
Como continuar
Gostava de ser uma semente
Para ser transportada pelo vento
Gostava de soltar a minha mente
E deixá-la à deriva por um momento
Sem parte definida
Sem local de chegada
Sem destino premeditado
Queria voar, voar, voar...
Queria sentir, sentir...
Queria apanhar...
Essa liberdade de viver
Ser livre no tempo
Soltar todo o meu ser
Libertar-me das amarras da vida
Ser livre de voar pelo mundo
Ai, como eu queria ser assim
Poder dar fim
A esta dor que queima dentro de mim
Poema transcrito por: Delmira André
Sem fim
Dentro de mim
O meu coração
Bate como um relógio
Sinto um calafrio
Dentro do meu ser
Esta dor é tão forte
Que quase me derruba
A minha mente
Desapareceu no infinito
Não sei explicar
Este vazio dentro
Do meu corpo
Como continuar
Gostava de ser uma semente
Para ser transportada pelo vento
Gostava de soltar a minha mente
E deixá-la à deriva por um momento
Sem parte definida
Sem local de chegada
Sem destino premeditado
Queria voar, voar, voar...
Queria sentir, sentir...
Queria apanhar...
Essa liberdade de viver
Ser livre no tempo
Soltar todo o meu ser
Libertar-me das amarras da vida
Ser livre de voar pelo mundo
Ai, como eu queria ser assim
Poder dar fim
A esta dor que queima dentro de mim
Poema transcrito por: Delmira André
Etiquetas:
Para rir e apreciar
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Poema da Semana
Na Mão de Deus
Na mão de Deus, na sua mão direita,
Descansou afinal meu coração.
Do palácio encantado da Ilusão
Desci a passo e passo a escada estreita.
Na mão de Deus, na sua mão direita,
Descansou afinal meu coração.
Do palácio encantado da Ilusão
Desci a passo e passo a escada estreita.
Como as flores mortais, como se enfeita
A ignorância infantil, despojo vão,
Depois do Ideal e da Paixão
A forma transitória e imperfeita.
Como criança, em lôbrega jornada,
Que a mãe leva ao colo agasalhada
E atravessa, sorrindo vagamente,
Selvas, mares, areias do deserto...
Dorme o teu sono, coração liberto,
Dorme na mão de Deus eternamente!
Poema transcrito por: D. Filomena Santos
Etiquetas:
Para rir e apreciar
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Poema da Semana
Vivo em Lembranças, Morro de Esquecido
Doces lembranças da passada glória,
Que me tirou fortuna roubadora,
Deixai-me descansar em paz uma hora,
Que comigo ganhais pouca vitória.
Impressa tenho na alma larga história
Deste passado bem, que nunca fora;
Ou fora, e não passara: mas já agora
Em mim não pode haver mais que a memória.
Vivo em lembranças, morro de esquecido
De quem sempre devera ser lembrado,
Se lhe lembrara estado tão contente.
Oh quem tornar pudera a ser nascido!
Soubera-me lograr do bem passado,
Se conhecer soubera o mal presente.
Poema seleccionado pela D. Maria Daniel
Doces lembranças da passada glória,
Que me tirou fortuna roubadora,
Deixai-me descansar em paz uma hora,
Que comigo ganhais pouca vitória.
Impressa tenho na alma larga história
Deste passado bem, que nunca fora;
Ou fora, e não passara: mas já agora
Em mim não pode haver mais que a memória.
Vivo em lembranças, morro de esquecido
De quem sempre devera ser lembrado,
Se lhe lembrara estado tão contente.
Oh quem tornar pudera a ser nascido!
Soubera-me lograr do bem passado,
Se conhecer soubera o mal presente.
Poema seleccionado pela D. Maria Daniel
Etiquetas:
Para rir e apreciar
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Poema da Semana
ALMA SERENA
Alma serena, a consciência pura,
assim eu quero a vida que me resta.
Saudade não é dor nem amargura,
dilui-se ao longe a derradeira festa.
Não me tentam as rotas da aventura,
agora sei que a minha estrada é esta:
difícil de subir, áspera e dura,
mas branca a urze, de oiro puro a giesta.
Assim meu canto fácil de entender,
como chuva a cair, planta a nascer,
como raiz na terra, água corrente.
Tão fácil o difícil verso obscuro!
Eu não canto, porém, atrás dum muro,
eu canto ao sol e para toda a gente.
Ass: Delmira André
Alma serena, a consciência pura,
assim eu quero a vida que me resta.
Saudade não é dor nem amargura,
dilui-se ao longe a derradeira festa.
Não me tentam as rotas da aventura,
agora sei que a minha estrada é esta:
difícil de subir, áspera e dura,
mas branca a urze, de oiro puro a giesta.
Assim meu canto fácil de entender,
como chuva a cair, planta a nascer,
como raiz na terra, água corrente.
Tão fácil o difícil verso obscuro!
Eu não canto, porém, atrás dum muro,
eu canto ao sol e para toda a gente.
Ass: Delmira André
Etiquetas:
Para rir e apreciar
segunda-feira, 19 de abril de 2010
O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Etiquetas:
Para rir e apreciar
sexta-feira, 16 de abril de 2010
PENSAMENTOS DE UM IDOSO
Felizes os que falam comigo apesar do esforço que os meus ouvidos têm de fazer para perceber as suas palavras.Felizes os que compreendem que a minha vista já está confusa e as minhas ideias meio baralhadas.
Felizes os que respeitam as minhas mãos enrugadas e os meus pés deformados.
Felizes os que com um sorriso me dão algum do seu tempo para conversar comigo.
Felizes os que nunca me dizem: é já a terceira vez que me conta essa história.
Felizes os que pacientemente me ajudam a evocar recordações de tempos passados...
Ass: Maria Daniel
Etiquetas:
Para rir e apreciar
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A Arte do Pardal Velho
Para que o Pardal Velho não caia no esquecimento, mais uma vez decidiu-se relembrar as obras criadas pelo Sr. Cosme, obras essas que confirmam à primeira vista o talento, a sabedoria que este artista aplica nestas. Para não falar da diversidade de arte que se pode encontrar no quarto deste nosso utente, observe atentamente a galeria que se segue, com a marca do nosso utente: Sr. Cosme.






terça-feira, 23 de março de 2010
"Há Momentos" - Poema da Semana
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Poema seleccionado pela D. Maria Daniel
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Poema seleccionado pela D. Maria Daniel
Etiquetas:
Para rir e apreciar
sexta-feira, 5 de março de 2010
Anedota da Semana
Uma senhora muito elegante e rica, fez uma festa de anos para a qual convidou os seus amigos. Comeram e beberam, até que um dos convidados comeu tanto que rebentou-lhe a fivela do cinto e, as suas calças cairam. O senhor estava muito atrapalhado com as calças no chão, quando um dos convidados disse: "Já é tempo de fazer uma homenagem à senhora! Todos de pé para fazermos um brinde". Embaraçado com o sucedido, este convidado disse: "A uma tão ilustre senhora, uma homenagem só de joelhos, só de joelhos!!!" As pessoas, puseram-se todas de joelhos, enquanto ele aproveitou a situação e levantou as suas calças.
Ass: Maria Daniel
Ass: Maria Daniel
Etiquetas:
Para rir e apreciar
quinta-feira, 4 de março de 2010
Nelson Ned - A Biografia
Nelson Ned
(Nelson Ned d’Ávila Pinto, cantor brasileiro)
(Nelson Ned d’Ávila Pinto, cantor brasileiro)
Nasceu em 2 de Março de 1947 em Ubá, estado de Minas Gerais no Brasil

Nos anos 60, Nelson Ned começou a apresentar-se e a gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus espectáculos atraem multidões em estádios e teatros.
Como compositor, já teve músicas gravadas por Moacyr Franco, António Marcos, Agnaldo Timóteo e outros. Estreou-se na música interpretando “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda”, de Lamartine Babo, mas o sucesso veio com a música auto-referente “Tamanho Não É Documento”, parceria com Hamilton Gouveia Bastos.
Ainda em 1960, venceu o primeiro Festival da Canção argentino com “Tudo Passará”, que foi o pontapé inicial para uma carreira internacional de sucesso.
Internacionalmente, foi o primeiro artista da América Latina a vender um milhão de discos nos Estados Unidos com o sucesso "Happy Birthday My Darling" (Feliz aniversário meu amor) em 1974.
A partir de 1993, convertido à igreja evangélica, passou a trabalhar apenas com repertório religioso, mantendo, entretanto, seu público fiel.
Em 1996, foi lançado no Brasil o livro de Jefferson Magno Costa, “O pequeno gigante da canção”, e em 1998, na versão em espanhol, onde sua história de vida é relatada.
Clicar aqui para visualizar o clip de vídeo
Artigo dedicado à D. Maria Daniel, que aprecia muito este cantor da sua época !
Ass: Daniel Ferreira
Como compositor, já teve músicas gravadas por Moacyr Franco, António Marcos, Agnaldo Timóteo e outros. Estreou-se na música interpretando “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda”, de Lamartine Babo, mas o sucesso veio com a música auto-referente “Tamanho Não É Documento”, parceria com Hamilton Gouveia Bastos.
Ainda em 1960, venceu o primeiro Festival da Canção argentino com “Tudo Passará”, que foi o pontapé inicial para uma carreira internacional de sucesso.
Internacionalmente, foi o primeiro artista da América Latina a vender um milhão de discos nos Estados Unidos com o sucesso "Happy Birthday My Darling" (Feliz aniversário meu amor) em 1974.
Videoclip
“Será, Será”, “Se Eu Pudesse Conversar com Deus” e “Não Tenho Culpa de Ser Triste”, foram 3 dos seus grandes sucessos mas, o auge de sua popularidade veio na década de 1980, com “Caprichoso” (1984) e uma série de participações em programas de rádio e TV.A partir de 1993, convertido à igreja evangélica, passou a trabalhar apenas com repertório religioso, mantendo, entretanto, seu público fiel.
Em 1996, foi lançado no Brasil o livro de Jefferson Magno Costa, “O pequeno gigante da canção”, e em 1998, na versão em espanhol, onde sua história de vida é relatada.
Ganhou Discos de Ouro no Brasil e já se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York. A partir de 1993 passou a cantar músicas evangélicas, após ter-se convertido. Lançou em 1996 a biografia "O Pequeno Gigante da Canção", uma referência à sua condição de anão.
O maior sucesso de sua carreira é a música "Tudo Passará", de 1969.
Videoclip
"Tudo passará"Clicar aqui para visualizar o clip de vídeo
Artigo dedicado à D. Maria Daniel, que aprecia muito este cantor da sua época !
Ass: Daniel Ferreira
Etiquetas:
Para rir e apreciar
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Curiosidades acerca de Miguel Torga
Miguel Torga
( 12 de Agosto de 1907 - 17 de Janeiro de 1995 )
( 12 de Agosto de 1907 - 17 de Janeiro de 1995 )
Adolfo Rocha, foi médico no Hospital da Misericórdia. Oriundo de uma família humilde de Sabrosa, era filho de Francisco Correia Rocha e Maria da Conceição Barros.
Em 1917, aos dez anos, foi para uma casa apalaçada do Porto, habitada por parentes da família. Fardado de branco, servia de porteiro, moço de recados, regava o jardim, limpava o pó, polia os metais da escadaria nobre e atendia campainhas. Foi despedido um ano depois, devido à constante insubmissão.
Em 1918, foi mandado para o Seminário de Lamego, onde viveu um dos anos cruciais da sua vida. Estudou Português, Geografia e História, aprendeu latim e ganhou familiaridade com os textos sagrados. Pouco depois comunicou ao pai que não seria padre.
Emigrou para o Brasil em 1919, com quinze anos, para trabalhar na fazenda do tio, proprietário de uma exploração de café. O tio apercebe-se da sua inteligência e patrocina-lhe os estudos liceais, em Leopoldina. Distingue-se como um aluno dotado. Em 1925, na convicção de que ele havia de vir a ser doutor em Coimbra, o tio propôs-se pagar-lhe os estudos como recompensa dos cinco anos de serviço - o que levou ao seu regresso a Portugal.

Em 1928, entra para a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e publica o seu primeiro livro de poemas, "Ansiedade".
Em 1929, com vinte e dois anos, deu início à colaboração na revista "Presença", folha de arte e crítica, com o poema "Altitudes". Em 1930, rompe definitivamente com a revista Presença, por «razões de discordância estética e razões de liberdade humana».
Em 1933, concluiu a licenciatura em Medicina com apoio do tio do Brasil. Começou a exercer a profissão nas terras agrestes transmontanas de resto, o pano de fundo de grande parte da sua obra. A partir de 1939, exerceu a sua profissão de médico em Coimbra, onde escreveu a maioria dos seus livros.
Origem do pseudónimo:
Em 1934, aos 27 anos, Adolfo Correia Rocha autodefiniu-se pelo pseudónimo que criou, "Miguel" e "Torga". Miguel, em homenagem a dois grandes vultos da cultura ibérica: Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno. Já Torga é uma planta brava da montanha, que deita raízes fortes sob a aridez da rocha, de flor branca, arroxeada ou cor de vinho, com um caule incrivelmente rectilíneo.A sua campa rasa em São Martinho de Anta tem uma torga plantada a seu lado, em honra ao poeta.
Ass: Daniel Ferreira
Etiquetas:
Para rir e apreciar
domingo, 21 de fevereiro de 2010
A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
Etiquetas:
Para rir e apreciar
quarta-feira, 25 de março de 2009
Dia da Árvore
No dia 23, saí com o Paulo, a Joana e os meus colegas da Santa Casa até à Mata do Hospital para plantarmos algumas árvores : Castanheiros,Carvalhos do Norte,Cedros e o perfume da Alfazema. Colocámos também uma placa comemorativa do evento junto à Fonte dos Amores. Foi um passeio muito bonito.
No final, tive vontade de cantar uma cantiga :
'Adeus ó mata do conde
Com teus lindos pinheirais
Adeus terreiros do prazo
Já te não passeio mais'
Assina : D.Belmira Neves
No final, tive vontade de cantar uma cantiga :
'Adeus ó mata do conde
Com teus lindos pinheirais
Adeus terreiros do prazo
Já te não passeio mais'
Assina : D.Belmira Neves
Etiquetas:
Para rir e apreciar
Dia da Árvore - Poema " A plantação de qualquer Árvore"
Aqui se plantou esta árvore
Nesta Mata tão querida
Se não fosse a sagrada árvore
A Mata não teria Vida
Deve-se plantar muita árvore
Neste mundo e por gratidão
Se não fosse a sagrada árvore
Não haveria respiração
A fé da pura abelhazinha
Contem no seu papel
Ir sugar à florzinha
Para fabrico do puro mel
Da autoria do Sr.João Ramos e dedicada a todas as árvores da bela Mata do Hospital
Nesta Mata tão querida
Se não fosse a sagrada árvore
A Mata não teria Vida
Deve-se plantar muita árvore
Neste mundo e por gratidão
Se não fosse a sagrada árvore
Não haveria respiração
A fé da pura abelhazinha
Contem no seu papel
Ir sugar à florzinha
Para fabrico do puro mel
Da autoria do Sr.João Ramos e dedicada a todas as árvores da bela Mata do Hospital
Etiquetas:
Para rir e apreciar
quinta-feira, 19 de março de 2009
Dia Internacional da Mulher
Mais do que ser brisa
E ondular searas e flores
Mais do que ser sol
E inebriar o mundo de mil cores
Acima do que já houve
Do que há e ainda houver
Está a bênção insuperável
Extasiante e inigualável
De ser tão somente MULHER!
Para cada mulher aqui fica a minha lembrança(Animação 2008-2009)
"A Sabedoria das mulheres não é raciocinar, é sentir"Kant
"A Sabedoria das mulheres não é raciocinar, é sentir"Kant Ass: Professora Joana
Etiquetas:
Para rir e apreciar
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Lembrar uma Amiga
No seu leito
(sorria)
O coração - maior que seu peito
(sentia)
"-Estamos de passagem!"
E a sorrir,sempre a sorrir
Despediu-se de mim, de ti
De todos
"-Até um dia,no Céu!"
À memória de D.Lucia Ventura
(sorria)
O coração - maior que seu peito
(sentia)
"-Estamos de passagem!"
E a sorrir,sempre a sorrir
Despediu-se de mim, de ti
De todos
"-Até um dia,no Céu!"
À memória de D.Lucia Ventura
Etiquetas:
Para rir e apreciar
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Humor Próprio
Hoje, durante a reunião de planificação do ensaio de teatro:
-Sr.Manuel (da bóina), então qual a sua decisão? Que peça escolhemos?
-Por mim serve qualquer uma. Gosto de qualquer uma.
-Esta parece-me que já foi representada no ano passado...
-Oh Zézito....Achas que alguém se lembra??!!
-Sr.Manuel (da bóina), então qual a sua decisão? Que peça escolhemos?
-Por mim serve qualquer uma. Gosto de qualquer uma.
-Esta parece-me que já foi representada no ano passado...
-Oh Zézito....Achas que alguém se lembra??!!
Etiquetas:
Para rir e apreciar
Subscrever:
Mensagens
(
Atom
)